Notícias

Fofoca no trabalho gera até R$ 30 mil em indenizações

Publicado em : 20/07/2018

Fofoca no ambiente de trabalho causa efeitos que vão além do clima ruim entre os funcionários. O problema pode ocasionar prejuízos diretos às empresas. Decisões da Justiça têm condenado empregadores a indenizar por danos morais funcionários vítimas de boatos e intrigas, nos casos em que fica comprovada omissão da companhia. Os valores variam entre R$ 5 mil e R$ 30 mil.

 

Em um dos casos, o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo condenou uma loja a pagar R$ 10 mil de indenização a um vendedor alvo de boatos acerca de suposta traição da mulher. O processo aponta que os próprios donos do comércio teriam espalhado boato de que o filho esperado pela esposa do vendedor seria de outro homem.

 

Outra empresa teve de pagar R$ 30 mil a um funcionário demitido por furto, sem que o empregador tenha comprovado o ato. No setor em que ele trabalhava, eram fortes os rumores de que o funcionário seria um dos responsáveis pelo sumiço de celulares. O funcionário chegou a ser revistado e levado por seguranças até a saída da empresa. Ao decidir por conceder a indenização, o relator do processo considerou que essas situações atentaram contra a dignidade, integridade psíquica e o bem-estar individual do ex-empregado.

 

Zelar pelo bom ambiente de trabalho é um dos deveres da companhia, acredita Juliana Bracks, advogada trabalhista do escritório Bracks Advogados Associados. "Se a companhia tem conhecimento de um boato que deixou uma pessoa constrangida, precisa tomar alguma medida ", afirma. Autores de fofocas podem ser demitidos, em alguns casos até por justa causa. Recentemente, o TRT de Rondônia manteve o desligamento de uma funcionária que espalhou pelo aplicativo WhatsApp um áudio para dizer que seu supervisor casado traía a esposa com outra funcionária da empresa.

 

Segundo Daniel Chiode, sócio do  Chiode Minicucci Advogados, para se proteger, já há empresas formulando uma ata notarial com cópia da tela do celular para comprovar a fofoca e os motivos da demissão por justa causa . "A empresa, tomando conhecimento, tem que punir os envolvidos e até mesmo o administrador do grupo , se funcionário da companhia, por não ter coibido a fofoca", destaca. (Fonte: Valor Econômico)

 

 

 

 

 

Notícias

Perdas do setor supermercadista somaram R$ 6,4 bilhões em 2017

16/08/2018

ABRAS divulga perdas nos supermercados

15/08/2018 Assessoria de Comunicação da ABRAS

Nota danificada: o estabelecimento pode se recusar a aceitar o dinheiro?

15/08/2018 Banco Central

O seu banco tem a obrigação de receber a nota rasgada e trocá-la por uma nova, mas saiba quais as condições para isso.

Conheça cinco passos para alavancar as vendas de Dia dos Pais

27/07/2018

Atacadão abre nova loja em Goiânia, na Avenida dos Romeiros

27/07/2018

Conheça as novas empresas que vão participar da SuperAgos 2018

27/07/2018

Arroz Cristal é patrocinador da SuperAgos 2018

27/07/2018

Confira a Revista Supermercados na versão on-line

27/07/2018

Agos promove curso de Prevenção de Perdas em supermercados no dia 1º de agosto

27/07/2018

Coca-Cola lança versão sabor café espresso no Brasil

25/07/2018
voltar para página anterior
AGOS - Associação Goiana de Supermercados